AL HAYAT - Juízas do TPI processam Trump por 'sanções draconianas'

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Juízas do TPI processam Trump por 'sanções draconianas'
Juízas do TPI processam Trump por 'sanções draconianas' / foto: JOHN THYS - AFP/Arquivos

Juízas do TPI processam Trump por 'sanções draconianas'

Três juízas do Tribunal Penal Internacional (TPI) que foram alvo de sanções dos Estados Unidos entraram nesta quarta-feira com uma ação contra o presidente Donald Trump e funcionários do alto escalão de seu governo, ressaltando que as medidas contra elas não têm precedentes.

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Em um tribunal de Nova York, as juízas Kimberly Prost, do Canadá, Solomy Balungi Bossa, de Uganda, e Reine Adelaide Sophie Alapini-Gansou, do Benin, afirmaram que as sanções buscam "exercer pressão extrajudicial". "A imposição dessas sanções draconianas contra juízes internacionais não tem precedentes", ressalta o documento judicial, de 66 páginas.

O governo Trump impôs sanções contra 11 funcionários do TPI, que consistem em proibições de viagem e congelamento de ativos. Muitas delas foram em resposta a investigações do tribunal contra Israel, um aliado-chave dos EUA.

A ação movida hoje ressalta que as sanções contra as juízas são "equivalentes a uma pena de morte financeira". Elas não podem usar cartões de crédito, acessar serviços bancários nem usar plataformas como Amazon e Google.

Além de Trump, o processo inclui Marco Rubio (secretário de Estado) e Scott Bessent (secretário do Tesouro), entre outros.

Estados Unidos, Israel e Rússia estão entre os países que não reconhecem o TPI, que conta com o apoio de quase todas as democracias ocidentais.

U.al-Balawi--al-Hayat